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Vacinação contra a gripe A começa por profissionais de saúde e indígenas
O Brasil dá início hoje à maior campanha de vacinação de sua história com um alerta. A população de 91 milhões de pessoas convocada a se imunizar contra a gripe A deve respeitar o calendário estipulado pelo Ministério da Saúde, sob risco de colocar em colapso os postos de saúde.

Nos dois meses e meio de campanha, a expectativa oficial é imunizar 80% do total inicial estimado. De hoje até o próximo dia 19, só serão vacinados índios e trabalhadores da área da saúde, como médicos, enfermeiros, recepcionistas, pessoal de limpeza e segurança, motoristas de ambulância e equipes de laboratório. Os profissionais receberão a dose nos locais de trabalho. Os índios que desejarem podem procurar os postos, mas não é necessário – a partir da próxima segunda-feira, agentes da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), que nesta semana serão treinados para a tarefa, irão às aldeias para as aplicações.

– Não adianta a população em geral correr aos postos agora. Primeiro são os índios e os médicos. As pessoas devem observar o calendário para que não ocorram transtornos nos postos de saúde – recomenda Maria Tereza Schermann, coordenadora do Programa Estadual de Imunizações da Secretaria Estadual da Saúde (SES).

No país, o público-alvo da primeira etapa são 1,9 milhão de trabalhadores da saúde e 566 mil indígenas. No Rio Grande do Sul, são 137 mil trabalhadores e 20 mil índios. Os demais grupos devem procurar os postos de saúde em quatro períodos, entre 22 de março e 21 de maio (confira o calendário completo na página seguinte).

As dimensões da campanha atual – que supera a maior realizada até então, quando 67 milhões de pessoas foram imunizadas contra a rubéola em 2008 – a deixa vulnerável a problemas. Um deles é a possibilidade de pessoas se aproveitarem do período destinado a pacientes crônicos, por exemplo, para se vacinar mesmo não sendo portador de nenhuma enfermidade. Nos postos, não será preciso comprovar o mal crônico, apenas informá-lo.

– Se a pessoa não necessita da vacina, não está na faixa etária ou dentro dos critérios de risco, e procura um posto, está deixando alguém que realmente precisa sem ser vacinado – avaliou o ministro José Gomes Temporão, em visita à Capital na semana passada.

O Rio Grande do Sul receberá um total de 5,4 milhões de doses, que serão aplicadas em mais de 1,7 mil pontos. O repasse do Ministério da Saúde à SES está sendo feito de forma gradual, de acordo com o andamento da campanha.

As pessoas que não integram os grupos de risco definidos pelas autoridades de saúde poderão recorrer à rede privada. Clínicas médicas e hospitais particulares, entretanto, ainda não dispõem das doses. Isso só deverá ocorrer no fim do mês ou no início de abril. O custo da aplicação deverá variar entre R$ 50 e R$ 70.

Diferentemente do ano passado, quando a gripe A assombrou o mundo, tendo origem no México, o objetivo do Ministério da Saúde não é conter o avanço do vírus A H1N1, que já está presente em pelo menos 213 países e territórios. A meta agora é proteger os grupos mais vulneráveis a complicações respiratórias e à morte.

Saiba mais

- A Secretaria Estadual da Saúde recomenda que todos apresentem a carteira de vacinação para que a dose seja registrada.

- Crianças (de seis meses a dois anos) receberão duas meias doses quando chegar a sua vez no cronograma. A segunda deverá ser dada 21 dias após a primeira.

- Mulheres que engravidarem após o período de vacinação destinado a gestantes (22 de março a 2 de abril) podem se vacinar ao longo das próximas etapas da campanha.

- Entre 24 de abril e 7 de maio, pessoas com mais de 60 anos poderão se vacinar nos postos de saúde contra a gripe comum. Aqueles que têm doenças crônicas também serão vacinados contra a gripe A.

Tire as suas dúvidas

Como a vacina é aplicada?

Nos adultos, a injeção é feita no braço. Nas crianças menores de dois anos, a recomendação é que a aplicação seja na parte frontal da coxa.

Onde posso tomar a vacina?

No Estado, a vacina estará disponível nos postos de saúde de acordo com o cronograma. Na primeira etapa, quando profissionais da saúde serão vacinados, as doses estarão disponíveis em hospitais e clínicas onde essas pessoas atuam (se quiserem, também poderão se dirigir aos postos).

Podem ocorrer efeitos colaterais?

A vacina é segura e já está sendo aplicada em vários países. Como em qualquer vacinação, porém, pode ocorrer febre, mal-estar e dor muscular no local da aplicação. Esses efeitos são esperados e comuns.

Quem pode tomar?

Com exceção de alérgicos à proteína do ovo e quem já teve a síndrome de Guillain-Barré, todos podem tomar a vacina contra a gripe A. Quem estiver com algum quadro de infecção aguda e febril deve esperar ficar melhor para receber a vacina.

Mesmo vacinadas, as pessoas podem contrair o vírus? Pode haver um vírus mais resistente à vacina?

A efetividade da vacina é de 95%. Como a vacina é para o vírus A H1N1, a pessoa não ficará imune a outros tipos de vírus. Por esse motivo, pessoas com mais de 60 anos e portadoras de doenças crônicas serão vacinadas contra a gripe A e contra a gripe sazonal. Se alguém ficar doente após receber a vacina da gripe A, será por ter contraído outro vírus.

Posso tomar a vacina contra a gripe A e depois tomar a vacina contra a gripe comum?

Sim, é a única forma de se proteger contra os dois tipos da doença. Nos postos de saúde, a vacina contra a gripe comum só é gratuita para idosos dentro do período da campanha.

Posso tomar a vacina estando resfriado?

Sim, não há contraindicação. Se houver febre alta, porém, é melhor esperar o fim do quadro para receber a vacina.

Estou grávida. Devo me vacinar?

Sim, é extremamente recomendado, uma vez que as gestantes compõem um dos grupos de risco. Quem engravidar depois desse período também deve se vacinar.

Quando começa a fazer efeito?

Os anticorpos começam a se formar no organismo de 14 a 21 dias após a aplicação.

Por quanto tempo a dose protege?

Enquanto o vírus não sofrer mutação. Em geral, a tendência dos vírus da gripe é de circular durante dois a três anos, segundo técnicos do Ministério da Saúde. Por isso, a vacina deve ser reaplicada periodicamente.

Por que as faixas etárias dos dois anos aos 19 anos, dos 40 aos 60 anos e acima dos 60 anos sem doenças crônicas não receberão a dose gratuitamente?

Essas pessoas poderão ser vacinadas gratuitamente se portarem doenças crônicas. Se não for o caso, elas não se enquadram nos grupos de risco da doença, conforme definição do Ministério da Saúde. Quem quiser tomar a dose pode procurar uma clínica particular.

Como foi feita a escolha dos grupos que receberão a vacina de graça?

Os grupos prioritários que receberão a vacina foram aqueles que tiveram maior risco de desenvolver formas graves da doença e de morrer. Eles foram definidos em parceria com representantes de sociedades científicas, Estados, municípios e entidades de classe. Os critérios levaram em conta as recomendações da Organização Mundial da Saúde, a observação da primeira onda da pandemia no Brasil e a experiência dos países do Hemisfério Norte.

A vacina protege contra todos os tipos de gripe ou só contra o A H1N1?

A vacina é do tipo monovalente, ou seja, protege apenas contra o vírus da gripe A.

Quem contraiu o vírus em 2009 pode se vacinar?

Sim. A vacinação é justamente para prevenir que as pessoas voltem a contrair o vírus neste ano. Isso porque o vírus é mutante e evolui a cada estação.

Se eu perder o dia, tenho como tomar depois?

Sim. As pessoas que perderem o período do seu grupo poderão se identificar nos postos de saúde e solicitar a vacina até 21 de maio (data prevista para o fim da campanha) ou enquanto houver disponibilidade em estoque.

Qualquer pessoa pode aplicar a vacina?

A recomendação é que a vacina seja aplicada por pessoas habilitadas. No caso, enfermeiros, técnicos em enfermagem, auxiliares de enfermagem, médicos e cirurgiões-dentistas.

Se eu fiz vacina contra outra doença recentemente, posso me vacinar contra a gripe A?

Sim. Não há contraindicação.

Mesmo com a vacina, haverá administração do Tamiflu para possíveis casos?

O Tamiflu é o medicamento para quem já contraiu o vírus. Qualquer médico pode receitá-lo. Na rede pública, a droga pode ser obtida gratuitamente mediante retenção da receita e prescrição médica com validade de cinco dias.



Fonte: Programa Estadual de Imunizações da Secretaria Estadual da Saúde e Ministério da Saúde
 
 
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